Entrevista: falando de sexo em The Witcher 3

Ano que vem, The Witcher 3: Wild Hunt, assim como seus outros dois antecessores, vai chegar com o objetivo de ser uma pura experiência de Role Playing Game, no sentido mesmo de dar ao jogador a opção de viver sob a pele de outra pessoa. Geralt de Rivia, o matador de monstros e caçador extraordinário, é o herói, mas, sob o controle do personagem, sua vida não vai se resumir a ver números pipocando da cabeça de inimigos. No terceiro jogo da série, Geralt é também um homem em busca de um amor que ele acreditava estar perdido para sempre, e está dividido ainda entre paixões do passado. Sexo, portanto, será parte tão importante da experiência quanto fatiar criaturas e conjurar magias, e para entender mais sobre esse elemento, tivemos a oportunidade de conversar com o community manager Marcin Momot e Marcin Iwinski. co-fundador da CD Projekt RED. Acompanhe abaixo:

A lista n?o-?bvia das 5 melhores experi?ncias em games de 2014

Dragon Age: Inquisition, Far Cry 4, Monument Valley, Dark Souls II, Alien: Isolation, Middle-earth: Shadow of Mordor, Super Smash Bros. Wii U, Bayonetta 2 e, porque não, Divinity: Original Sin e Guilty Gear Xrd. Pronto, eis nossa seleção de grandes títulos de 2014, daqueles que você tem que comprar para as festividades de fim de ano. Mas o que é mais divertido a respeito de listas de melhores coisas é que elas nunca são absolutas de verdade, não é? Sempre há espaço para falar de algo novo. E, como muitos desses jogos já tiveram seus lugares em outras dezenas de artigos similares, decidi dar espaço para cinco outras experiências que não deveriam faltar em sua rotina gamer em 2014, entre títulos de grande orçamento e indies. Leia abaixo:

Guilty Gear Xrd Sign: Blietzkrieg

Guilty Gear, o bizarro jogo de luta técnico da japonesa Arc Systems, está de volta ao ocidente com Xrd Sign, e depois de oito anos, bem, já estava na hora. A sequência traz consigo muito do clássico XX Accent Core, de 2002. Mas, com uma ou outra mudança e um claro esforço em atualizar o jogo de forma tanto visual quanto mecânica, este parece o lançamento mais empolgante da Arc Systems desde BlazBlue. E, no geral, ele está longe de desapontar.

Far Cry 4: deuses e dem?nios

Não foi nem segundos depois de apertado o botão para iniciar a campanha, antes mesmo do jogo renderizar com sucesso qualquer coisa, que frases pipocam na tela do meu computador. Sou alertado para me prevenir de maus olhados, que alguém em algum lugar com jeito de importante tem uma rádio e que, antes da tomada de poder na região de Kyrat, pano de fundo de Far Cry 4, pessoas se reuniam para realizar rituais na frente de estátuas gigantes. É só por causa da barrinha de loading se preeenchendo e uma sentença com algum conselho chinfrim que me lembro estar em uma tela de carregamento. Rapaz, se Far Cry 4 não é um joguinho cheio de mistérios, huh?

Call of Duty: Advanced Warfare: admir?vel mundo novo

Antes mesmo de ser anunciado, Call of Duty: Advanced Warfare já carregava nas costas a responsabilidade de suprir as falhas de seu antecessor, CoD: Ghosts. O novo game surgiu com a vontade da Activision de se destacar verdadeiramente nos consoles da nova geração, e, para isso, a desenvolvedora Sledgehammer Games não demorou em revelar que Advanced Warfare se passaria num futuro em que tecnologia era sinônimo de poder. Para aumentar as expectativas, dessa vez Call of Duty contaria não só com o já famoso exoesqueleto, mas com seu próprio garoto propaganda: Kevin Spacey, premiado ator norte-americano que entra no papel do determinado Jonathan Irons.
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